My Death Flags Show No Sign of Ending Volume 1 Capítulo 2

Estou com a parte 4 do capítulo 1 de Goblin Slayer quase pronta, talvez amanhã, ou quarta eu termine, depende do ânimo…

Traduzido por Kote. [PDF]


My Death Flags Show No Sign of Ending Volume 1 Capítulo 2

O brilhoso cabelo preto e pupilas vermelhas. Mesmo se não quisesse, ele podia sentir que o rosto de Harold tinha as características encontradas nas pessoas fora do Japão e até mesmo longe da Ásia.

Vestido com uma camisa branca pura com um laço cruzado e calções até o joelho, ele tinha uma aparência que era exatamente como a pintura de um jovem rapaz de uma família nobre e distinta.

Hirasawa Kazuki tinha se tornado Harold Stokes. Parecia difícil de aceitar, mas com isso, ele tinha praticamente confirmado que esta era a verdade.

Nem o raciocínio nem o processo era compreendido. Pois bem, esta situação deveria ser pensada como possuir uma pessoa ou estaria bem vê-lo como um sonho assustadoramente real. Ou talvez, Hirasawa Kazuki tinha trocado de lugar com Harold Stokes, ou deveria ser também que a consciência de Hirasawa Kazuki havia nascido pelas ilusões do proprietário deste corpo que tinha enlouquecido.

A perda de um item para verificar si mesmo. Atacado por um sentimento como se perdesse todo o apoio de seus pés enquanto, ao mesmo tempo ele colocou suas mãos sobre os joelhos, as quais já haviam perdido quase toda a sua força, ele conteve a sensação de vômito que estava se acumulando.

Sua respiração estava agonizando e sua visibilidade estava pintada de branco devido à vertigem, enquanto seus sucos gástricos se apressaram na direção oposta. Enfim, era uma sensação horrível.

Deveria deixar tudo como está e apenas ir dormir – com sentimentos tão irresponsáveis, Kazuki desabou na cama. Ele nem sequer tinha um pouco de força de vontade restante para resolver os seus pensamentos.

Acordando depois de dormir e dizendo “Foi um sonho, eu realmente estava muito nervoso” – sussurrando isso, ele limpou o suor frio. Segurando-se com essa esperança, enquanto sua consciência ia à deriva, foi chamado de volta ao seu corpo devido ao som da porta sendo golpeada.

“ … entre.”

O pensamento de fingir ignorância cruzou sua mente. Mas antes que pudesse pensar profundamente sobre isso, ele respondeu. Não ficou claro se era a vontade de Harold ou o subconsciente de Kazuki.

(Ah, mas eu não diria “Entre” abruptamente)

Mesmo sem saber quem era, falando de uma maneira tão rude, Kazuki não era uma pessoa que não sabia de cortesia. Se fosse esse o caso, como antes, seu corpo se moveu por si próprio?

Como ele já tinha respondido, sem escolha, ele levantou seu flácido corpo enquanto pensava nessas coisas, que o colocavam em um clima ainda mais deprimido.

Embora isso possa ser verdade, não era como se o visitante iria abster-se de entrar no quarto. Um homem com cabelos grisalhos abriu a porta, inclinou-se respeitosamente e entrou no quarto.

Observando seu rosto, Kazuki percebeu quem era a outra pessoa.

Norman.

Ele, que servia como um mordomo nesta propriedade, ao qual foi dado o apelido de 『Consciência da casa Stokes』 pelos jogadores, é um personagem que é carinhosamente chamado de “Norman-san”. Já que ele era apenas um mordomo e não um parente de sangue, ele não era um membro da família Stokes.

De qualquer maneira, ele, que se torna um fator refrescante no coração do evento relacionado com a altamente classificada e valorizada casa Stokes, entrou no quarto de Kazuki.

“Perdoe a minha grosseria.”

“Que negócios você tem comigo?”

“Para ser honesto, eu quero consultar com Harold-sama sobre…”

As palavras de Norman desapareceram no meio de sua oração.

Sentindo suspeita, Kazuki olhou fixamente para o rosto de Norman. Quando fez isso, as palavras que seguiram o deixaram atônito.

“Talvez, você está se sentindo mal? Então…”

“Não tem problema.”

“Mas sua aparência está— —“

“Eu estou dizendo que não há nenhum problema.”

Sem nem mesmo um pingo de consideração, ele interrompeu as palavras de preocupação de Norman e as descartou.

Honestamente, havia todos os tipos de problemas, mas não era como se ele pudesse transmitir honestamente – 「Na verdade, parece que possuí Harold-kun」. Assim, quando ele queria rejeitá-lo ligeiramente, acabou desse jeito. Parece que esta boca traduz automaticamente as palavras no estilo Harold. O anterior 「Entre」 foi também o trabalho desta boca? Se esse fosse o caso, que característica mais irritante é essa.

Em resposta à forte reação de Harold, Norman sentiu que algo estava fora do lugar.

O jovem Harold que ele conhecia tinha um ódio extremo sobre se conter, e nunca se esforçava, escapava da dor, e eliminaria tudo o que o desagradava.

Seus pais também eram grandemente responsáveis por aprovar em geral algo como isso, ou seja, se Harold estava se sentindo mal, em vez aguentar desta forma, ele teria gritado escandalosamente sobre sua condição.

No entanto, só hoje, ele não fez isso, pressionando para continuar a conversa, mesmo quando seu rosto estava extremamente pálido.

Ele pensou em falar mais tarde, mas notando que os olhos de Harold estavam gritando – 「Apresse-se e fale」, Norman continuou a conversa.

“… então, eu serei breve. Eu estou pedindo para reduzir a punição que foi dada a Clara.”

Quando ouviu isso, Kazuki lembrou. A realidade na que seu eu atual segurava a vida de uma pessoa.

O choque de perceber que ele havia se tornado Harold era muito grande, devido a que sua memória havia falhado completamente por um momento.

Sua boca tinha esculpido o diálogo do evento, onde ele converte a empregada em um sujeito de testes para a sua nova magia por sua própria conta, e, naturalmente, Kazuki não tinha intenção de fazer isso.

(NT: vou mudar ‘servente’ para ‘empregada’)

Sendo esse o caso, já que ele estava prestes a aceitar o pedido de Norman, ele não era nem sequer capaz de moldá-lo em palavras.

Não era como se a vontade de Harold o impedisse. Era que o próprio Kazuki engoliu as palavras.

Isso porque ele tinha que responder de acordo com a situação, já que ele estava ciente da obra original.

Se a situação seguia a obra original, então a empregada, Clara, seria queimada até a morte pela magia de Harold. Como resultado, a filha da mulher, Colette, seria expulsa do território dos Stokes, já que ela não tinha família. Logo, Colette, que havia entrado em colapso devido tanto a fadiga do corpo e da mente, seria, então, uma refugiada, e começaria a viver com o protagonista da obra original e sua família, sob o mesmo teto.

Em suma, Colette era a protagonista e se Clara foi salva agora, ela não iria encontrar o protagonista, o que seria um importante ponto de partida da história. Kazuki percebeu isso e ficou sem fala.

No final, esta era apenas uma possibilidade.

Havia uma possibilidade de que, mesmo que Clara fosse salva ou não, Colette encontraria o protagonista e se tornaria sua amiga novamente.

O fenômeno que poderia ser chamado o poder de alterar a história.

Se este poder funcionava mesmo se Kazuki se movesse como ele queria, então para melhor ou pior, não havia necessidade para ele se preocupar.

(Se isso é verdade, então os acontecimentos da obra original não podem ser contornados e meu futuro seria obscuro. Deixe-me supor que um poder como esse não existe.)

Se ele não tivesse feito isso, a saúde mental de Kazuki teria sido ferida. Por outro lado, se uma coisa como o poder de alterar não estivesse ativo, usando o conhecimento da obra original, Kazuki podia evitar as ações desastrosas que Harold tomou, e não seria tão difícil se comportar de uma maneira que não baixasse sua impressão.

Um raio de esperança alçou no coração de Kazuki.

(Por essa razão, se eu tomar medidas que se afastam muito da obra original, perderia uma vantagem, o que seria um plano ruim. Se mudar o cenário em um sentido amplo, se apenas pudesse guiar a conclusão para uma direção decente, então……!)

Tal como era, se ele não agisse e o cenário progredisse de acordo com a obra original, em poucos anos, Kazuki daria as boas-vindas a morte. Ele deve fazer tudo o que puder para evitar isso. No entanto, que tipo de influência a destruição da obra original causaria, não era conhecido. Muito menos em um mundo de RPG onde a morte estava ainda mais perto. Em um mundo como este, sabendo o fluxo aproximado do futuro era a maior vantagem, e se isso fosse ignorado, a morte viria por causa de um desenvolvimento ausente na obra original.

Uma bandeira de morte colossal chamada o mundo da sobrevivência do mais apto. Para enfrentar ambos os grupos e sobreviver, o fluxo da obra original deve ser desenhado enquanto estivesse bem avançar quebrando a sua própria bandeira. De qualquer maneira, Kazuki reforçou a sua determinação de fazer tudo o que podia, antes que ele começasse a falar pretensiosamente, a menos que quisesse morrer. Norman ficou chocado ao ver os olhos de Kazuki, que estavam ocultando uma determinação tão obstinada. Isso era porque ele nunca tinha visto o garoto fazer tal olhar antes.

“Clara é uma empregada, certo? Bastardo, você está me dizendo para agir em prol de salva-la.”

Kazuki se arrependeu imediatamente de ter aberto a boca.

Por Kazuki, sua intenção era dizer – 「Clara-san foi a empregada por algum tempo, certo? Eu realmente quero salvá-la, mas não posso me mover abertamente」. Quão livremente foi traduzido para que o comentário saísse assim.

Naturalmente, como se estivesse desanimado, a expressão de Norman escurecido.

(Isso é mau!)

Kazuki sentiu através de seu corpo que o fluxo tinha se tornado extremamente ruim. A forma como as coisas foram progredindo, seus Pontos de Ódio iam aumentar ainda mais do número existente.

De alguma forma, tentando encobrir as coisas, ele soltou palavras freneticamente.

“Se você quer ajudar, para começar, mova-se por conta própria. Escutarei suas palavras depois disso.”

“N-nesse caso…!”

“Importuno. Saia daqui imediatamente.”

Kazuki, nervoso sobre sua própria boca esculpindo mais linguagem abusiva do que esperava, fez Norman sair, parando-o no meio da frase. Ao vê-lo ir enquanto expressava gratidão mesmo depois de tal tratamento, Kazuki estava aliviado que sua vontade de cooperar de alguma forma foi transmitida.

Lançando-se para a cama, olhando para cima, Kazuki começou a refletir profundamente em seus pensamentos descuidados.

Ele não pode evitar devolver a sua opinião anterior agora. Enquanto esta boca esteja aqui, parecia que seria um problema difícil alterar significativamente apenas a conclusão do evento, sem baixar sua impressão.

Embora isso possa ser verdade, ele não podia simplesmente dizer – 「Como esperado, eu deveria me render」. Se assumisse a pior situação, seria a situação onde a morte neste mundo fosse, sem dúvida, a morte de Hirasawa Kazuki, o que seria muito problemático. Também pode haver uma chance de voltar ao seu mundo original ao morrer aqui, mas o risco era muito alto para ele colocar em ação.

E assim, até que a pista para escapar da situação atual fosse encontrada, a melhor maneira de sobreviver como Harold Stokes era agir de acordo com a obra original e evitar tomar ações devastadoras.

Assim, uma situação próxima da obra original, se o fluxo deste mundo era continuar a ser vigiado de perto, se tornaria claro se este lugar é o mesmo mundo de 『Brave Hearts』 ou uma falsificação dele.

E assim, era o que Kazuki devia fazer agora. Era reunir informações, ter uma boa compreensão da atual situação.

Kazuki, que tinha recuperado a sua energia em certa medida devido à descoberta de esperança, se levantou da cama e começou a vasculhar gavetas e procurar livros nas estantes. Quando ele fez isso, além dos objetos gerais, ele também encontrou alguns objetos que apareceram no jogo. Quase tudo guardado nas estantes para livros eram livros relacionados com magia ou biografias que continham pilhas de ilustrações. Felizmente, os livros foram escritos em japonês, o que poderia ser lidos até mesmo por Kazuki.

Como esperado, este deve ser um mundo de made・in・Japan.

(NT: feito no Japão)

Pouco depois de terminar sua busca, ele saiu do quarto. A fim de falar com Clara.

Ele pediu a um soldado armado que estava nas proximidades.

“Ei, bastardo.”

“Ha Ha!”

O soldado se inclinou em um joelho e baixou sua cabeça.

A propósito, ele parou de se preocupar sobre o uso de sua linguagem em cada situação.

“Guie-me ao calabouço onde a empregada chamada Clara está presa.”

“Ao calabouço?”

“O quê? Se você tiver objeções, vou ouvir.”

“Não, eu não tenho! Por aqui, por favor!”

Com movimentos energéticos, soldado assumiu a liderança. A armadura estava chacoalhando ruidosamente. Era como se fosse um incômodo se ele andasse pelos arredores da mansão durante a noite.

Ele seguiu atrás do soldado assim por um curto período de tempo.

Eles chegaram em frente de um edifício de aparência desolada com uma altura de 3m, feito de pedra, localizado atrás da mansão.

“Este é o calabouço.”

“Quantas pessoas estão detidas?”

“Por agora, deve haver uma só pessoa, mas…”

Se for assim, parecia que a única á dentro era Clara. Para Kazuki, isso era conveniente.

“Você fica aqui e permaneça atento para que ninguém entre.”

“Ce-certamente.”

Fazendo o soldado ficar do lado de fora, só Kazuki entrou no edifício depois de abrir a porta de madeira.

“Ha-Harold-sama!? Uo!”

Em uma pequena sala, que tinha a aparência de guarita, estava a figura de outro soldado. Recostado na cadeira que estava alinhada, era a postura do soldado indicando sua preguiça descarada.

O soldado, às pressas tentando levantar-se, tropeçou e caiu da cadeira. Kazuki ignorou isso e estendeu a mão para uma grade de metal, colocada no chão, no canto esquerdo da sala, que parecia levar ao calabouço. Quando ele empurrou, percebeu que estava fortemente fechado.

“Dê-me as chaves.”

“S-sim!”

O soldado entregou as chaves para Harold, desde que estavam penduradas na parede. Ele inseriu a chave na fechadura e, quando girou para a esquerda, a trava foi aberta com um ruidoso clank.

“Eu tenho que falar com a pessoa no calabouço. Não se atreva a entrar.”

Estabelecendo esse ponto, ele desceu as escadas que levavam ao calabouço, enquanto ainda segurava a chave, assim não ficaria preso dentro, nem se for por acaso. As escadas eram sombrias e até mesmo os degraus não podiam ser vistos corretamente. Ele finalmente chegou à prisão depois de descer cuidadosamente os 10 degraus regulares.

A prisão tinha um total de 4 celas, 2 em cada lado. Cada cela só tinha algo que parecia uma cama feita de palha e apenas um único banheiro à vista. Na parede do outro lado da prisão, estava uma pequena janela, uma altura de 20cm e uma largura de 30cm, por meio do qual uma pequena quantidade de luz estava iluminando a prisão.

Kazuki parou seus pés em frente da cela situada ao fundo do lado esquerdo, onde Clara estava presa.

“Não há duvida de que você é Clara Emerel, certo?”

“Harold-sama…?”

Kazuki ficou na frente da cela de Clara em uma posição onde ela não pudesse ver suas características faciais.

Estava em um nível onde ela só podia supor quem era ao observar a pequena silhueta da pessoa e ouvir a voz da pessoa.

No entanto, uma dúvida surgiu em seu coração.

Uma dúvida do por que ele veio aqui.

“Talvez… a hora chegou?”

Sua voz tremia.

Uma pessoa para usar como teste para experimentar uma nova magia. O garoto de pé diante dela tinha dito definitivamente isso a um tempo atrás.

Pensando que tinha chegado o momento, o rosto de Clara estava gravado com uma cor ainda mais profunda de desesperança.

Mas a resposta de Harold era algo que se desviou muito de sua previsão.

“Se for esse o seu desejo, então eu vou fazê-lo. Mas atualmente, é por uma questão diferente.”

Harold cruzou os braços e encostou as costas nas barras de metal da cela oposta.

Ela pensou sobre o que ele disse sobre um assunto diferente. Ela havia trabalhado em uma mansão por quase 2 anos e o número de vezes que ela tinha falado com Harold diretamente era incontável, mas ainda assim, ela inclinou a cabeça em confusão.

“Uma questão diferente, você disse?”

“Só confirmando. Você só precisa responder às minhas perguntas, sem mentiras ou enganos.”

“… bem, eu vou responder a todas as perguntas que você me fizer.”

O vigor com que Clara podia de alguma forma responder, era apenas por assentir. Era completamente diferente de como ele se comportava normalmente, onde sempre quis estar no seu caminho. Ela foi absorvida pela atmosfera dada por Harold, que estava emitindo uma aura calma e composta e era impróprio para sua idade.

“Qual é a composição da sua família?”

“Eu tenho uma filha.”

“Qual é o seu nome?”

“Ela se chama Colette.”

“E sobre parentes de sangue ou familiares próximos, além dela?”

“Eu deixei minha cidade natal com meu marido, que igualmente também estava escapando, e desde então esteve em um estado de insolação em nossa casa. 3 anos atrás devido a doença, o meu marido…”

(Então, houve uma razão como essa para que Colette não tivesse outros familiares além de sua mãe)

O objetivo do interrogatório era comparar e ajustar o conhecimento da obra original.

Clara ainda estava surpresa ao ouvi-lo perguntando sobre as circunstâncias que nada tinham a ver com a sua punição, mas Kazuki não prestou atenção a isso e continuou persistentemente perguntando.

“Quantos anos tem sua filha?”

“Ela fará 9 este ano.”

“Você tem alguma experiência em artes marciais ou usando qualquer magia?”

“Não, coisas desse tipo em particular…”

O tempo que levou foram alguns minutos. Kazuki repetiu as perguntas com indiferença. O resultado foi muito bom.

Todas as informações obtidas a partir de Clara eram consistentes com as de Kazuki. Com isso, toda a informação que poderia ser obtida neste ponto estava presente e ele foi capaz de decidir o que fazer a seguir.

“Isso é tudo. Bom então.”

“Espere um momento, por favor.”

Clara suplicou a Kazuki, que estava prestes a sair, para parar.

“… o quê?”

“Se eu morrer, então a minha filha… Colette estará sozinho. Nessa idade, ela não vai nem mesmo ser capaz de sobreviver se for deixada sozinha…”

Clara lhe disse isso enquanto derramava lágrimas.

“Então, depois da minha morte, por favor, cuide de minha filha! Essa menina não fez nada de errado. Por favor, por favor, eu imploro…!”

Em vez de se preocupar com sua própria vida, ela que estava ansiosa sobre o futuro de sua filha, implorou enquanto se arrastava e inclinou a cabeça, o único a quem ela deve odiar até os ossos, que era similar à pessoa que a acusou falsamente. Se fosse o verdadeiro Harold, ele teria ridicularizado e rido dessa aparência.

Mas Kazuki era diferente. Ele agora podia sentir o amor incondicional de uma mãe para sua filha, em vez de se preocupar com sua própria vida. Ele agora tinha a convicção de que ela era uma existência que era absolutamente essencial para Colette. Querer matar essa pessoa era improvável.

“Ridículo. Essa aparência e também a completa estupidez de ser tomada pela ansiedade desnecessária e sem sentido.”

Para Harold, estas pareciam ser palavras de conforto. Até que ponto vai a sua atitude arrogante.

“Então, que você quer dizer…”

Sem responder a questão de Clara, Kazuki se afastou. Se ele fosse ficar na frente dela mais tempo, parecia que ele fosse chorar por simpatia. Virando as costas para ela, Kazuki disse-lhe secamente.

“Se você a ama tanto, nunca a deixe ir novamente.”

Logo depois, o som de passos também desapareceu e o som das barras de metal da entrada sendo fechada ressoou dentro da prisão. Clara olhou a escuridão distraidamente, através da qual Harold tinha desaparecido, digerindo as palavras que ele tinha deixado para trás.

“Esta desesperança é uma ansiedade desnecessária, é assim…? Posso abraçar Colette mais uma vez com estes braços…?”

Não havia ninguém que iria responder ao murmúrio que escapou de Clara e essas palavras foram engolidas pelo silêncio.

Ela não sabia por que, mas agora sentia como se o silêncio fosse compassivo.

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