My Death Flags Show No Sign of Ending Volume 1 Capítulo 1

Se vocês gostarem, eu continuo… Caso já tenha alguém traduzindo, me avisem.

Agora simplesmente dando um ctrl+C ctrl+V do último post:

Estou pensando em usar o facebook para fazer aqueles posts “meio inúteis”, como quando eu arrumar os PDFs por exemplo, entre outras coisas. Então quem tiver facebook, vá na página clicando aqui e curta…

Traduzido por Kote. [PDF]


My Death Flags Show No Sign of Ending – Volume 1 Capítulo 1

(Gashan)

Um ruído agudo ressoou no interior.

O som, que poderia fazer alguém tapar os ouvidos com as duas mãos reflexivamente, foi produzido por um homem, que parecia estar em seus 30 e poucos anos, no qual crescia uma barba de estilo imperador, segurando um bastão que brilhava com um lustre negro, e vestido com um uniforme militar de gola alta. Ele tinha destroçado um grande vaso, que tinha cerca de 1 metro de altura, com o bastão empunhado em sua mão direita.

Pétalas brancas se agitaram, enquanto a água regada se espalhava pelo tapete vermelho escuro.

“Como você se fará responsável por isso!?”

“Estou extremamente arrependido! Por favor, perdoe-me…!”

“Não brinque comigo, sua, mulher inferior!”

O rosto do homem estava cheio de raiva. A frase ‘expressão demoníaca’ indicava sua expressão facial perfeitamente na situação atual. Como um fogo ardente em fúria, que era como se não pudesse estar satisfeito com apenas quebrar um vaso, ele estava usando linguagem abusiva para maltratar a servente diante dele, que estava de joelhos, inclinando a cabeça para baixo e oferecendo palavras de desculpas enquanto chorava.

Também estava a aparência de uma jovem mulher, usando um vestido resplandecente, abraçando um jovem rapaz e olhando para a servente com desprezo em seus olhos, junto ao homem. À primeira vista, parecia que o homem de uniforme militar e a mulheres de vestido estavam verbalmente atacando uma servente. Compreendendo a situação atual, Hirasawa Kazuki chegou à seguinte conclusão.

(… talvez, isto seja um evento do jogo?)

Podia parecer uma conclusão confusa e louca, mas havia uma razão pela qual ele chegou a essa conclusão – Kazuki reconheceu esta figura e esta cena. Atualmente, a sequência de argumentos desenvolvidos em frente a ele, tinham uma semelhança a uma cena no RPG single-player – 『Brave Hearts』, que estava à venda há alguns anos.

(NT: single-player=um jogador / Brave Hearts=Corações Valentes)

Ele era capaz de se lembrar instantaneamente já que era um fã do jogo, e nenhuma outra razão. Até mesmo os dedos de ambas as mãos não eram suficientes para contar o número de vezes que jogou o jogo completamente. Não havia dúvidas, já que o diálogo dos personagens em cada cena era mais ou menos memorizado.

O homem em uniforme militar e a mulher de vestido eram os pais de um personagem que aparecia no jogo, e a servente implorando por perdão enquanto chorava era a mãe do protagonista do jogo.

Compreendendo a situação até aqui, Kazuki, que estava sendo abraçado pela a algum tempo pela mulher usando vestido, caiu em um estado de extrema confusão e ficou parado.

Por que os personagens de um jogo estão se movendo; Em primeiro lugar, esta é a realidade; É algo acontecendo com meu corpo.

Seus pensamentos estavam correndo com cada pergunta emergente.

Sendo lançado nesta cena de luta abruptamente, o que não podia ser entendido, uma coisa era clara.

(Embora estarei em problemas se sou jogado em um evento tão deprimente tão de repente!?)

Hipoteticamente, se a situação atual fosse para continuar o cenário de jogo, então, em seguida, a servente, a vida de Clara estava em situação muito precária. Com base nos pensamentos de Kazuki, pode-se supor que este é um evento onde a servente é assassinada. A vida de Clara é levada pelas mãos de Harold, o filho do homem com uniforme militar.

(Onde está Harold, o personagem essencial? Se não estou enganado, nesta cena, a sua mãe ansiosa está… eh, de jeito nenhum)

E então, Kazuki percebeu um fato que veio como um golpe duro – sua posição atual é a mesma que a de Harold.

Um certo sentimento desagradável surgiu como uma conexão. Era uma preocupação sobre a altura de sua visão.

Enquanto ele estava em pé firmemente em ambas as pernas, sua visão era consideravelmente mais baixa.

A cena deste evento é mostrada como uma reflexão do passado na história. Sua idade exata era desconhecida, mas desta vez, Harold era um garoto de aproximadamente 10 anos. Vários fatores apresentaram uma coincidência nada agradável.

(Talvez, eu me tornei Harold…?)

Este era um pensamento maluco que o acertou. Não era como se não houvesse qualquer evidência. Mas no momento em que essa possibilidade passou por sua cabeça, vários arrepios desceram sua espinha.

(Não, não, o que eu estou dizendo. Isso é um sonho, se eu pensar sobre isso normalmente.)

Para se livrar dessa sensação desagradável, ele convenceu a si mesmo. Essa é a resposta mais aceitável de acordo com o senso comum.

Não importa o quão desesperada a sua razão afirme que isso é um sonho, o calor transmitido por ser abraçado, a voz irritada golpeando seus ouvidos, trazendo um senso de realidade, gritaram para os cinco sentidos de Kazuki. Não importa o quanto ele negasse, de nenhuma maneira ele poderia pensar nisso como um sonho.

(Bem, então, já que eu sei que isso não é um sonho, como esperado, este é o mundo do jogo? De nenhuma maneira… mas essa sensação de realidade, só pode ser pensada como… mas ainda assim, o mundo do jogo… se eu pensar assim, Clara-san não iria morrer!?)

Sendo atravessado pelos pensamentos opostos de sua razão e instinto, Kazuki só podia agir como um idiota. Ele queria parar de pensar, e seus pensamentos íam em círculos uma e outra vez.

Como se fosse isolado de seu desejo, seu corpo se moveu em contraste com seus pensamentos. Sacudindo o braço da mãe, suas pernas avançaram, passo a passo.

“Não há nenhum benefício em prestar atenção ao seu rogo pela vida. Esse sangue contaminado, eu, pessoalmente, irei purificar.”

“Pai, espere. Confie a mim a execução desta mulher.”

O homem tinha tomado a espada que estava pendurada na parede, pronto para cortar a servente. Atrás dele, Harold disse palavras de pausa.

Kazuki estava familiarizado com essas palavras porque as tinha visto na tela. Ele disse o diálogo que não foi dito no jogo originalmente, na voz de Harold, a que já havia se acostumado. Intervindo nesse ponto não era completamente só a sua intenção.

“A você? O que você pretende fazer?”

“Recentemente, eu aprendi uma nova magia. Deixe que ela se converta em uma cobaia para testar isso. Em vez de sujar o quarto com o sangue de uma espécie inferior como esta, não é uma utilização melhor?”

Ele descobriu que os cantos de seus lábios se levantaram. Ao contrário dos sentimentos de Kazuki, um sorriso malicioso flutuou.

Sem necessidade de dizer, mas Kazuki não tinha mesmo a menor vontade de expressar o sorriso. Além de ser colocado em uma situação incompreensível, seu corpo anulando sua vontade e agindo por conta própria era um terror insuportável.

Kazuki não tinha acumulado uma grande quantidade de experiências de vida para pensar rápido em tal situação. Uma pessoa que pode se adaptar e lidar com tal situação ultrapassava o que pode ser chamado de uma pessoa chamada de habilidosa e só pode ser chamada de anormal. Felizmente ou infelizmente, Kazuki não era um anormal.

Mas se visse por outro lado, isso significava que o fluxo deste evento era irreversível.

“Hohou, isso também poderia ser divertido. Até então, jogue esta mulher no calabouço!”

Enquanto o homem de uniforme militar levantou a sua voz, um soldado veio imediatamente e arrastou Clara segurando a mão dela. Kazuki só podia ver sua figura se retirando.

“Mestiça de sangue sujo. Mesmo quando eu a contratei depois de sentir pena, quando se pede para ela fazer alguma coisa, ela não consegue fazer nada corretamente.”

Afinal, ela é uma espécie inferior. Harold quer provar a sua magia, para que ela pudesse ser útil.

“Humph, isso também é verdade.”

(NT: “filthy mixed-blood”, a tradução não é exatamente aquela, mas deixei por se encaixar melhor do que uma tradução mais literal…)

Como se estivessem assistindo a um objeto sujo, seus olhos não tinha a intenção de esconder o seu desagrado. Esse casal nem sequer percebiam a servente, Clara, como um ser humano.

Em circunstâncias normais, para isso, Kazuki tinha expressado seu descontentamento.

No entanto, já que sua perspectiva tinha mudado devido ao caos, o discurso e o comportamento do casal não chegou a seus ouvidos. Mesmo se tivesse chegado, ele não teria percebido adequadamente o conteúdo.

Ele havia caído em um estado de estupor por vários minutos. Sem nem falar de seus arredores, desde então, que tipo de conversas trocaram com quem, como chegou a sua localização, ele não se lembrava de nem uma única coisa. Quando finalmente recuperou seus sentidos, Kazuki estava em uma habitação, da qual não tinha memórias, descansando profundamente em um sofá de uma só pessoa, com seu olhar vagando no espaço vazio.

“… onde estou? Este esse o quarto de Harold?”

Enquanto sussurrava com uma voz sem energia, sem um objetivo, ele olhou em volta dentro do quarto com os olhos dançantes.

Já que isso não aparecia durante o curso do jogo, suas partes exatas não eram conhecidas, mas a sensação que dava ao olhar as medidas do quarto, a cama com dossel, o sofá onde estava descansando, ele podia adivinhar a quem pertencia esse quarto.

No canto do quarto, havia um espelho de corpo inteiro cuja altura era maior que a de um homem adulto. Kazuki engoliu a saliva, com um som agudo ressoando de sua garganta.

Fazendo uma pausa depois de colocar todo o seu poder em seus joelhos trêmulos, ele caminhou em direção ao espelho de corpo com passos instáveis para confirmar sua hipótese, enquanto rezava para que o seu palpite estivesse errado.

Enquanto se aproxima passo a passo, seu batimento cardíaco aumentou violentamente e sua respiração também ficou rápida e superficial. E ainda assim, Kazuki não parou seus passos.

E, finalmente, ficou na frente ao espelho de corpo. Ele lentamente levantou o rosto de uma posição onde sua cabeça estava inclinada e só podia ver a ponta de seus pés.

Enfrentando espelho de corpo, ele abriu as pálpebras que estavam fortemente fechadas. A pessoa que estava refletida na sua superfície, era sem dúvida nenhuma— —

“É uma mentira, certo…”

Descrita impiedosamente, era a figura de Harold com a aparência de um jovem garoto.

03

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