Sword Art Online Progressive capítulo 9

Traduzido e revisado por Kote. (Curta também no facebook) [Baixar em pdf]


 

Motivo para os Bigodes

Capítulo 9

04 de dezembro, domingo, 10:00 AM.

O jogo da morte foi lançado no domingo 6 de novembro, a 1:00 PM. Depois de três horas, já serão quatro semanas exatas desde seu lançamento.

Quando me enterrei da falta do botão de “Log-Out”, pensei que era um erro do sistema, e que se esperasse o suficiente, poderia encerrar a sessão. Então o GM sem rosto Kayaba Akihiko nos disse a condição para sair do jogo… passar todos os 100 níveis de Aincrad. Esse dia calculei que nosso cativeiro durará cerca de cem dias baseado no fato de que podíamos passar um nível por dia.

No entanto já passou quatro semanas e estamos ainda no primeiro nível.

Agora só posso rir de minha ingenuidade desse momento; mas dependendo do resultado do ataque de hoje contra o boss, poderemos nos encontrar em uma situação na que nem sequer exista a possibilidade de que possamos escapar. 44 jogadores se reuniram hoje na praça próxima a fonte de Tolbana. Parece que este é a equipe mais forte que se pode reunir na atualidade. Se da as circunstancias de que o grupo seja assassinado não, mesmo se trata de sofrer fortes percas, esse rumor de imediato se espalhará na cidade inicial. O desespero, de que “SAO não pode ser resgatado” preencherá o primeiro andar. Para formar um segundo grupo de ataque precisará de bastante tempo e de fato lutar contra o chefe do segundo andar será impossível. Mesmo se quiséssemos aumentar nosso nível para de novo desafiar o boss, não nos será possível pois chegamos ao limite da eficácia do exp dos monstros do primeiro andar.

Tudo dependia de se o poder do boss com o nome de o “O Senhor Kobold Presa-Raivoso” é comparável ao do beta. O Rei Kobold que lembro foi encontrado com um grupo deste tamanho, com nossos níveis de habilidades e equipamento  poderíamos supera-lo sem problemas e sem percas. Mas tem uma segunda circustancia: estamos envolvendo nossas vidas podemos manter a calma até o final…

Pensei, até que meu cérebro estivesse muito quente; então de repente me dei conta de que esatava ao lado de um jogador. Este jogador suspirou brevemente; eu sorri desajeitadamente.

A esgrimista chamada Asuna, cujo rosto estava oculto sobre um capuz, era exatamente o mesmo que o dia de ontem, quando nos encontramos pela primeira vez. Rápida como um meteoro e afiada como uma lamina de aço. Comparado com ela, eu parecia completamente desgastado.

Enquanto eu o olhava, ela de repente se deu conte e me olhou.

-…O que você está procurando?

Um sussurro tranquilo mas cheio de tensão fez que eu negasse com minha cabeça. Esta manhã Asuna  estava de mal humor e se devia, segundo ela, por beber um copo de leite estragado que eu ofereci, mas não tenho nenhuma lembrança disso.

-N-não nada

Disse mecanicamente. Asuna outra vez me perfurou com um olhar tão agudo como a ponta de sua espada e logo deu a volta.

Se hoje tudo vai de acordo com o plano, uma vez mais nos encontraremos para o seguinte combate, só porque somos os “que sobraram”. Enquanto pensava nisso…

-Hey.

Da parte te trás logo chegou uma voz que era qualquer coisa menos amável e me virei para ver de onde vinha.

Um homem de cabelo castanho e curto, várias mechas sobressaíam em diferentes direções, como as agulhas de um cacto. Me estremeci involuntariamente. Hoje em dia, apesar de que ia ter muitos jogadores, seu rosto é o que menos gostaria de ver. Kibaou.

De pé frente a mim, Kibaou me olhou com fúria e logo disse em voz baixa:

-Olha, devem ficar atrás, de acordo? Vocês são somente de apoio.

-…

Não sou uma pessoa sutil, mas não sabia como reagir. Ontem mesmo neguei  sua oferta de quarenta mil Coll e isso que é uma forte somo de dinheiro. Além do mais tratou de ocultar seu nome, qualquer pessoa com sentido comum, deve saber que esta é uma situação incomodo. Se mudássemos de lugares não me atreveria a me aproximar em raio de vinte metros.

No entanto, atitude de Kibaou era tão desagradável que minah intenção original de dizer “é claro” já tinha ido. Então começou a mover sua bochechas repugnantes e cuspiu:

-Vocês não devem se adiantar. Se os pequenos kobolds passam por minha equipe, vocês os caçarão.

Para melhorar o efeito, Kibaou cuspiu no solo sua saliva virtual, logo deu  a volta e se afastou. Olhei suas costas enquanto ele voltava com os outros membros do esquadrão E. ainda estando de pé, me assustei com uma nova vós.

-…O que foi isso?

É claro, o “vocês” que Kibaou tinha dito inclui Asusa-san. Pessoalmente considero eu seu olhar agora inspira 30% mais horror que a de Kibaou.

-É…isto…talvez ele quer que os solitários não se comportem de forma descarada…

Pronunciei estas palavras sem pensar muito, mas logo me ocorreu outra ideia.

…Talvez ele quer que os Beta Testers não se comportem de forma descarada.

Se é assim, a julgar pelo comportamento de Kibaou, ele já tinha deduzido por se mesmo que eu era um beta tester. Mas – sobre que base? Mesmo a “Rata” Argo não venderia informação sobre quais jogadores são beta testes. E ate agora, a palavra “beta” nunca tinha sido pronunciada.

Com algumas sensações desagradáveis, as mesmas de ontem, mantive meus olhos nas costas de Kibaou.

-…Eh…?

De repente me dei conta de que algo fez que eu soltasse esse som.

Ontem, esse homem me ofereceu quarenta mil Coll (um monte de dinheiro) por minha “Anneal Blade +6”. Este é um fato. É claro, sua intenção era usa-la na batalha de hoje contra o boss. Minha espada está melhorada com três pontos de força, o que aumenta seu peso. Deixando de lado a questão de como de repente pude adquirir uma espada tão pesada, obviamente queria conseguir uma arma poderosa para melhorar seus status e reputação. Não há nada surpreendente nessa motivação,

No entanto, se tudo é assim, esses quarenta mil Coll ele teve que gastar na melhora de seu equipamento.

Isso deveria ser o normal, mas mesmo sua armadura escamosa e a espada em suas costas eram as mesmas de ontem. Esse equipamento não pode der mal, mas com quarenta mil poderia telo melhorado de maneira significativa e tinha bastante tempo. Para dizer a verdade, a espada de ferro na cintura de Asuna que pode der comprado em uma loja, ontem tinha sido substituído por uma sugestão  minha pelo “Fleuret Air +4” que ela tinha obtido de um monstro. Depois de tudo, hoje todos podemos morrer, então qual é o ponto de guardar quarenta mil Coll…?

…No entanto, neste ponto, meus pensamentos se interromperam.

Não me dei conta de como o cavalheiro de cabelo azul Diabel já estava parado ao lado da fonte. Com sua bonita voz, disse:

-Amigos, isto talvez é algo surpreendente… graças  a todos, estou muito agradecido de que todas as quarenta e quatro pessoas estejam aqui e nenhuma ficou em casa.

Depois destas palavras, fortes aplausos sacudiram o local. Depois de escutar a chuva de aplausos, me deixei levar e levantei minhas mãos para aplaudir.

Sorrindo diante de todos, o cavalheiro apertou sua mão direita em um punho e continuou gritando:

-Agora posse lhes dizer que estava pensando seriamente em cancelar o ataque, se ao menos uma pessoa faltasse! Mas… esse problema só insulta minha relação com todos vocês. Estou muito contente de que… sejamos o melhor grupo de ataque… embora tenha menos pessoas que o necessário!

Umas poucas pessoas riram e assobiaram, outras apertaram seus punhos, imitando a Diabel.

Eu não queria buscar as falhas na liderança de Diabel. Mas, em minha opinião, tinha muito entusiasmo. O excesso de estresse pode conduzir ao medo, pois age como um veneno, mas a emoção também tem aspectos negativos, como a falta de cuidado. Durante uma falha no “beta” causado pelo entusiasmo excessivo, sempre levava com humor, mas este fracasso poderia custar as vidas de vários jogadores. Em tal situação seria melhor se os jogadores não estivessem assustados.

Pensando em tudo isso, olhei ao meu redor os outros grupos. O líder do grupo B, Egil com um machado de duas mãos e alguns mais estavam de pé, com os braços cruzados e com rostos sérios. Em caso de emergência, não vão nos enganar. Kibaou do grupo E estava de costas para mim, pelo que eu não podia ver seu rosto.

Os jogadores seguiram fazendo barulho; Diabel levantou suas mãos e os gritos diminuíram gradualmente.

-Amigos… agora eu quero lhes dizer algo!

Sua mão direita se moveu até sua cintura e sacou sua espada de prata com um forte ruído.

-..Vamos ganhar!!!

Em toda Tolbana ressoou um grito longo e persistente; isso me lembrou a situação de um mês atrás, quando dez mil pessoas gritaram em uníssono na praça da Cidade inicial.

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