Ocasos. capítulo 3

Estou pensando em pegar mais um projeto(com capítulos curtos de preferência), mas isso fica pra depois. Enfim…

Traduzido e revisado por Kote.


 

3

Incrivelmente me encontrava muitobem. Não sabia onde estava mas não importava, a temperatura era perfeita, cheirava bem, estava muito comoda e não queria abrir os olhos por medo de enfrentar a realidade. O último que lembrava era ter estado em um teto com um bando de loucos e que eu tinha desmaiado em uma tentativa desesperada por fugir. A meus ouvidos chegava a música de piano, não sabia de quem mas era agradável.

Estava em uma cama, girei e me coloquei de lado. Ouvia vozes que se mesclava com a música mas não chegava a entende-las. O primeiro que pensei foi que tinham me drogado ou alguma cosia pelo estilo., que haviam me sequestrado, embora me resstava a esperança de abrir os olhos e estar em minha cama ou embora fosse em um hospital. Queria descobrir que tudo tinha sido um sonho de bastante mal gosto, mas não demorei a perceber que estava enganada, essa não era minha cama e  sabia que não estava m nenhum hospital.

“Levou muito tempo dormindo” foi o primeiro que consegui entender.

“Pratica a paciência, Carol” respondeu outra voz mais próxima “Mas já que voce está deixando as pistolas muito limpas, não é realmente perca de tempo”

“Cale-se” espetou a voz “O que você está esperando Peter?”

“Estar certo de que é ela” senti cmo algo acariciava minha cabeça com suaviadade.

“Como não vai estar certo?” Nós a achamos em meio dessa maldita cidade, poderiam ter nos visto, agora o melhor é para nada?”

“Não fizemos nada estranho, o muito que poderiam ter visto é  você atirando, mas nada mais, que com certeza, agora alguns, já sabem quem é voce, estarão irrados com você, não podemos ir matando pessoas por ai, por mas que não estejam do nosso lado”

“Pessoas? Você chama eles de pessoas? Pessoas é o que aparentamos ser” ouvi um golpe “Não sei que delito existe em matar monstros”

“Carol,acalme-se” uma terceira voz entrou em cena “Não acordou?”

Algo me tocou o rosto por um instante.

“É ela?” perguntaram em unísono.

“Sim” a terceira voz entra na conversa estava mais próximo de mim que os demais.

“Imagi-nas um A plus alfa?” disse uma das vozes.

“Não diga bobagens, Melissa” disse outra voz “Não há mais que um 0,01% de A plus alfa, e acho que já  está coberto”

“Não sabemos , talvez a porcentagem seja maior, que você me diz Wes? Podia ser um A plus alfa perfeitamente”

“Esse desgraçado…tinha que ter arrancado sua cabeça…”

Abri os olhos um pouco, havia uma mesa e alguém sentado nesse lado da cama que estava usando uma espécie de bracelete metálico de uma bolsa, me olhou de solsaio e notou que estava acordada.

“Anda, se você já acordou” era o do dedo, o tal Peter.

Confirmei então minhas suspeitas de que não tinha conseguido escapar nenhum lugar.

“Onde estou?” susurrei.

“Quando estiver melhor te explicaremos tudo” sorriu “Posso ver sua mão esquerda?” duvidei por um instante, agora me parecia alguém confiável não sabia muito bem porque… “Por favor…” murmurrou.

Levantei meu braço esquerdo debaixo dos lençois e o mostrei sem pensar. No principio não entendi porque. Tinha uma parte de mim que me dizia que tinha que sair dali imediatamente e outra ao parecer, que não tinha nenhum incoveniente se eu ficasse.

“Esta pulseira você não deve tira-la por agora” me explicou “O melhor se te assusta um pouco das picadas que te da, mas é só na primeira vez, logo vai parar de doer” colocou a pulseira e a fechou, a listra vermelha que tinha se iluminou “Perfeito, é compatível…” murmurrou enquanto saía uma pequena janela em que começou a tocar.

Aos pés de minha cama estava sentada outra garota, com o cabelo muito longo e castanho, me dei conta de que era a que tinha lutado com a mulher a que logo haviam matado. Sua assaassina se sentava na esquina do quarto, ao lado de uma mesa com algumas pistolas, as que ela estava limpando, era realmente parecida a de cabelo longo, mas ela tinha cabelo curto e apenas chegava a tocar seus ombros.

“Vai doer um pouco, mas não se assuste, entendido?” voltei a olhar a voz que me falava e assenti levemente sem ter entendido o significado de suas palavras.

Então olhei que ele também levava em seu braço esquerdo a pulseira, igual a garota de cabelo longo que se sentava a seu lado, ia olhar a outra quando senti que me perfuravam no antebraço. Gritei de dor e apertei meu braço contra o peito, que era isso?

“Pare!” solucei.

“Peter faça algo” disse a garota de cabelo longo.

“Não posso…” disse ele “A análise pode sair mal se interrompo”

“Pare por favor!” roguei.

A garota de cabelo longo se sentou na cama. Acariciou meu rosto e sorriu, mas não fez nada igual a esse maldito, ou isso me parecia.

“Chegou ao osso?” perguntou a de cabelo curto e o medo se apoderou de mim.

“Mas cale-se!” lhe disse a outra enquanto agarrava meu ombro “Nora escute-me, ag uente um pouco, não vai te passar nada entendido? Eu também a uso” me mostrou a sua “Se relaxar dói menos, acredite em mim” pegou minha mão esquerda e separou do peito… a pesar de que estava retendo com toda minha força, a ela não pareceu custar para tira-lo “Peter, poderia ter colocado mais rápido” disse então.

“Que?” gritei tentando que soltasse o braço.

“Mas dói mais” disse o tal Peter.

“Solta-me!” comecei a tentar apartar de mim com todas minhas forças mas apenas se imutava.

“Isto vai acabar rápido” sussurrou enquanto começava a digitar em minha pulseira.

O aparato começou a ri mais rápido e parecia como se abria caminho entre os dois ossos de meu antebraço, não podia deixar de gritar e chorar desesperadamente, a dor estava me matando… então logo parou, seguia doendo muito mas não sentia como se estivesse penetrando mais.

“Chegou” disse ela.

“Então abra-o” Peter olhou para comprovar suas palavras.

“Você está certo? E se está equivocado e a mata?”

“Vê sangue? Não, e ainda segue consciente, é ela” Peter digitou no bracelete de meu pulso em vez da garota e então minha tortura voltou a começar, agora sentia como a broca se introduzia em ambos os ossos do antebraço e era muito mais terrível que antes… iam me matar, estava convencida disso.

Depois do que me pareceu uma eternidade, o aparato parou a linha se tornou azul e não mas vermelha. A garota de cabelo longo se afastou e deu lugar a Peter de novo. Me retorcia de dor era insuportável… com uma mão rodeou a pulseira e a outra colocou na frente.

“Ai está” sussurrou carinhosamente e instantes depois a dor tinha desaparecido.

“Funciona!” gritou a de cabelo longo animada “ É seu lucer, é ela” abraçou Peter por trás “ Você a encontrou…”

“Remova Mel” sorriu ele “Ou começará a doer de novo”

“Temos coisas que fazer” a de cabelo curto de levantou se aproximou a cama e se sentou no outro lado “Nora, certo?” nem sequer era capaz de assentir “Você está com fome? Passou um dia inteiro sem comer” agora parecia simpática.

“Ai está” Peter levantando sua mão de minha frente e deixando meu braço em cima do peito… já não doía, mesmo me sentia melhor.

“Que foi isso?” sussurrei impressionada enquanto observava a pulseira.

“Cada coisa a seu tempo, Nora” a garota do cabelo longo voltou a se afastar e Peter me ajudou a sentar “Você está bem?”

“Eu acho…” suspirei.

Então uma onda de preocupação recorreu minha cabeça. A garota de cabelo curto acaba de dizer que levava um dia inteiro sem comer, então pensei em minha família, não tinha voltado a casa, estariam preocupados.

“Minha família?” olhei os três nervosa.

“Está bem, não se preocupe” disse a de cabelo longo “Sabem que está bem também, de momento não poderá vê-los, é perigoso, mas enquanto seja possível, te levaremos com eles”

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